A profissão de palhaço é uma das mais antigas da humanidade. Historiadores afirmam que nas cortes dos imperadores chineses já haviam sinais de palhaços, assim como em muitas tribos indígenas da América do Norte.

 

O palhaço clássico, que pinta o rosto de branco e exagera suas expressões, apareceu no teatro Grego há mais de 2.000 anos. Naquela época ainda não existia eletricidade, então os atores pintavam seus rostos de branco para que o público conseguisse enxergá-los melhor.

 

Na Idade Média, muitos artistas passaram a vagar pelas cidades apresentando números cômicos em feiras livres, e os melhores conseguiam empregos como os famosos bobos da corte, cuja função era animar o rei.

 

A trupe de palhaços surgiu pelo século XVI – 16 em algarismos romanos – nos territórios que viriam a formar a Itália. Conhecido como “Commedia Dell’arte”, ou Comédia de Arte, o movimento foi responsável pelo surgimento dos palhaços clássicos, dos quais destacam-se Arlequim, Pantaleão e Polichinelo.

 

A partir daí a fórmula utilizada nesses espetáculos espalhou-se pela Europa e ganhou o mundo. Os circos no formato que conhecemos hoje, com malabaristas, trapezistas, mágicos e palhaços, surgiram no século XVIII – 18 em algarismos romanos. Mas os palhaços conseguiram se popularizar e alcançar outras mídias, como aconteceu com o Bozo, na televisão.

 

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